Vivemos em uma eterna Guerra Fria

Atualizado: 8 de Jun de 2019

Muitas vezes me pego analisando sobre o poder de defesa de cada um. Defender um ponto de vista pode, por muitas vezes, ser pior que uma bomba atômica.


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Veja bem, com a internet, as pessoas conseguiram uma liberdade de expressão que nem nos melhores sonhos isso seria possível. Dentro das redes sociais, por exemplo, o prazer de poder expressar a própria opinião é quase que orgástico. Algumas pessoas simplesmente se alimentam dos seus próprios pontos de vista e não estão muito preocupadas com a concepção do outro, que, também, não abre mão do seu modo de pensar.

Dessa forma, a guerra está instalada. Em todas as partes que há espaço para poder comentar, há uma discussão calorosa. Geralmente, iniciada por não aceitar o outro como ele é, criticando postura, aparência, feição, linguagem e por aí vai... No meio dessa algazarra, aparece alguém pedindo respeito enquanto crítica, de maneira áspera, ao menos dois integrantes da” briga” formando uma querela cíclica.


Caí, tempos atrás, na besteira de avaliar, de forma técnica, a vestimenta do Sr. Presidente do Brasil, não sabia eu que, naquele momento, abrir-se-ia as postas para os mais esdrúxulos comentários, desde o meu voto eleitoral até mesmo decepções esplanadas sobre como analisar alguém pela maneira de vestir.

Não assimilei se deveria pedir desculpas pela minha concepção técnica não satisfazer algumas pessoas ou se entrava na briga e me colocaria a disposição para apanhar e também bater.

É fácil gritar pedindo para respeitar o modo de vestir e agir, difícil mesmo é aceitar que isso aconteça. Enquanto o seu ponto de vista não tentar manipular os outros, exponha o máximo possível; quando for o contrário – bandeira branca.

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