Ah, o amor...

Texto: Kah Marques


Nem sempre haverá palavras para falar sobre o Amor. De certo, podemos pegar algumas emprestadas.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta...”(1 Corintios 13)

Nenhum ato sem amor terá um resultado almejado. De nada adianta todas as demonstrações se o sentimento não estiver arraigado em si.

Que seja o dia dos namorados, mas que não seja o dia do Amor, porque se assim fosse, todos os dias há de se comemorar, porque todos os dias são dias de Amar.

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